Impressões Pelotenses

Impressões Pelotenses


Viajar para Pelotas a convite de amigas pelotenses foi uma experiência fantástica. A cidade sempre me despertou curiosidade pelo nome (pelotas significa bolas ou pelado em espanhol) e pela sua localização geográfica. Quase na fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai, foi palco de tantas guerras, migrações, comércios e tantas outras histórias.

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Impressões Pelotenses

Detalhe na fachada de uma casa
Detalhe na fachada de uma casa

Ainda dá para sentir os tempos áureos, com seus casarões, seus palacetes, sua imponência. Mas infelizmente, a cidade, como tantas outras neste continente, também cedeu à decadência econômica latino americana. Mesmo assim, Pelotas é apaixonante, pois você é acolhido com muito carinho pelos habitantes que não emigraram e vivem a saudade dos que já se foram.

Sente-se claramente a persistência em manter os hábitos e costumes dos tempos áureos, coisa que se nota pelas roupas elegantes de seus habitantes, pelo alto nível cultural e pelas festas, bares e restaurantes da cidade. Outro fato que me encantou em Pelotas foi a semelhança com minha cidade natal Rosário, em Santa Fé na Argentina. Com a diferença de que Rosário é muito maior, teve um ciclo de grande crescimento entre 2001 e 2007 que fez a cidade se desenvolver muito depois de décadas de decadência, o que não ocorreu em Pelotas por enquanto.

Casarão reformado
Casarão reformado

Como foram os dias em Pelotas

Banco Pelotenses
Banco Pelotense

A viagem foi curta. Fiquei apenas um final de semana, mas foi o suficiente para: comer churrasco na casa da família da Robertinha, almoçar churrasco uruguaio na praia do Laranjal, passear e dirigir pelos principais edifícios, ir ao baile de formatura do “irmão da Fabiana” no prestigioso Clube Comercial, assistir à final da Copa do Mundo, visitar a mais bonita Igreja Anglicana do Brasil, ir a alguns bares e restaurantes, ir à taróloga e, claro, comer um monte de doces de Pelotas!

Espero que gostem das fotos que são pouca comparadas a tudo que se pode fotografar na cidade, mas foi por pura falta de tempo. Quando voltar, continuo… inclusive porque a região também tem outras atrações, como os pampas, a praia do Cassino, as fronteiras com o Uruguai, a Lagoa dos Patos, dentre outras.

Com Fafá no tradicional Clube Comercial
Com Fafá no tradicional Clube Comercial

 

Eu e Roberta em frente a igreja Cabeluda, que é anglicana. Duas pelotenses
Eu e Roberta em frente a igreja Cabeluda, que é anglicana

 

 

 

 

 

 

Tome Nota

Restaurantes Pelotenses: saborosas pizzas, chivitos e parrilla uruguaios no AKI, no Laranjal. Mais carnes no CASTRO da Dom Joaquim. A melhor parrilla, segundo a Roberta, é o MERCADO DEL PUERTO, fica para a próxima.

Mais opções nos textos “Onde comer em Pelotas” e “Por trás de casa doce há uma história e muitas confeitarias“.

© Todos os direitos reservados. Fotos e relato 100% originais.

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Augustin Tomas o'Brien Caceres

Augustin Tomas o'Brien Caceres

Criado em uma família onde se falava espanhol, português, portunhol, italiolo e algo de inglês. Sempre se interessou por outros idiomas e hoje mora nos Estados Unidos e trabalha com comércio internacional na LE Group Industries.

4 comentários

  1. SATOLEP que saudades, é muito paidegua essa cidade mesmo!!!! Eu nao posso esquecer os doces de SATOLEP, os doce da doceria BIDI !!! Gostava de ficar sentada no centro da cidade ao por do sol observando o burburim e vai e vem das pessoas!

  2. PELOTAS TEM AS ESCULTURAS DO VELHO MUNDO..
    A CIDADE PEDE ALMA LEVE, CORAÇÃO ALEGRE.OLHOS ABERTOS PARA SUA BELEZA…
    O POVO É ACOLHEDOR O SORRIDENTE… A NOITE É MAGESTOSA…
    VENHA OLHAR TUDO DE PERTINHO…

  3. Que coisa mais querida teu texto Agustin… pra nós pelotenses, foi um enorme prazer receber este hermano meio paulista, meio argentino, meio gaúcho!! Grande beijo!

  4. …a altas horas de la noche ,ponernos a ver estas cosas tan lindas como las que acabamos de disfrutar es verdaderamente algo fantástico!!! a tal punto que nos despertó la idea de quedarnos leyendo toda la noche para seguir adentrándonos en esos mundos tan tradicionales como la ciudad de Pelotas que ha mantenido sus estructuras edilicias respetando las clásicas escuelas del Viejo Mundo y demostrando la influencia de quienes la habitaron en sus principios.

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