De vinícola tradicional, onde é possível se hospedar, ao restaurante no conceito slow food surpresa. Conheça a história da imigração italiana no Rio Grande do Sul e saiba onde comer bem em Pinto Bandeira.
Viajantes estão sempre me pedindo dicas de Gramado e Canela, mas a Serra Gaúcha é muito mais que isso. Há destinos com vocação para ecoturismo que mantêm a essência dos imigrantes sem o movimento exagerado de turistas. Lugares sem fila, sem pressa, sem engarrafamento e com boa hospitalidade de sobra. Apresento o Caminho das Cascatas, no Vale do Taquari.
Um lugar com montanhas, cascatas, turismo rural, gastronomia italiana e alemã, parreirais, vinícolas, ciclovias, araucárias, hortênsias nas vias e atividades de aventura. Estamos falando de Rolante, cidade localizada no Vale do Paranhana, a 100 quilômetros da capital gaúcha Porto Alegre, indo pela Freeway (BR 290), e a 65 quilômetros de Gramado (ERS-11).
Adoro comida árabe e meu primeiro contato foi no Brasil, afinal, a influência está bastante enraizada na nossa cultura há séculos. Mesmo com a globalização e facilidade em encontrar receitas e diversos produtos por aqui, nada substitui a experiência de degustar no cenário original. Sentir os aromas, conhecer a história, ver os locais preparando ou explicando a comida típica da sua região é um atrativo que pode ser o mais marcante da nossa viagem.
Quem olha o mapa do Brasil percebe dois grandes volumes de água no leste do Rio Grande do Sul, assim como uma faixa estreita logo abaixo de Porto Alegre. Esta porção de terra é onde termina a BR-101 e ficou remota por anos pelo difícil acesso. O que nunca foi empecilho para aventureiros orgulhosos de terem percorrido a Estrada do Inferno e encontrado diversas belezas pelo caminho. Entre elas, os atrativos naturais do município de Tavares, tema deste artigo.
A capital do Mato Grosso do Sul já foi meu destino algumas vezes, mas ainda não tinha conteúdo publicado por aqui. O motivo era ser sempre passagem nas viagens para Bonito, Pantanal ou Corumbá. Eis que surgiu a oportunidade quando fui participar de um evento internacional de aventura, no final do ano passado, e acabei ficando 4 dias direto em Campo Grande. O último foi o roteiro recomendado a seguir.
Quando eu morava em Porto Alegre, ou Forno Alegre para quem é obrigado a passar janeiro e fevereiro por lá, estava sempre buscando alternativas para me refrescar nos finais de semana e encontrei vários refúgios em meio a natureza. Em alguns até havia movimento de turistas no verão, embora nada comparado à muvuca das praias mais famosas. Meus preferidos tinham cachoeira e quanto mais eu explorava, mais descobria como a Serra Gaúcha tem lugares incríveis e ainda desconhecidos. Hoje as alternativas aumentaram assim como a infra-estrutura melhorou e este texto é para apresentar a minha última descoberta: Progresso.