Eu morria de saudades de comer em Pelotas quando morava em São Paulo. O feijão preto de todo dia, a carne saborosa, a bomba calórica chamada xis e os doces tradicionais eram os que eu mais lembrados. A sensação era parecida com viajar para fora do país e sentir falta da comidinha de casa. Pronto! Bastava dizer isso para os amigos debocharem da comparação e me mandarem de volta ao meu “país”.
Ir a Pelotas e não comer os tradicionais doces é o mesmo que visitar o Rio de Janeiro e não subir ao Cristo Redentor. O município de Pelotas, localizado no extremo sul do Estado gaúcho, é rico em história. É tanta história, que até os doces, por traz de cada receita, tem algo a contar. Estive recentemente visitando a cidade pela segunda vez nestes meus 40 anos de vida. Te confesso que a segunda vez foi melhor
Rivera é a cidade com maior variedade em atrações na fronteira com o Uruguai. Além das lojas isentas de impostos (free shops), tem excelentes restaurantes, hotéis, cassinos e vinícolas. E o roteiro combinado com Santana do Livramento (RS) transforma a viagem de compras também em viagem de lazer aproveitando o melhor dos dois países.
Conheci os vinhos sul-africanos anos atrás, através de amigos entendedores, e cheguei ao país com grandes expectativas. Afinal, a África do Sul está entre os dez maiores e melhores produtores de vinho do mundo! Peguei a estrada, em uma aventura épica (desde Joanesburgo até Cape Town de carro), provando e adorando alguns shiraz e merlot comprados em supermercados do caminho. Logo, cheguei a Cape Town sedenta para visitar as vinícolas de Stellenbosch, Franschoek e Paarl.
Todos! Dizem alguns amigos empolgados quando pergunto qual é o melhor doce de Pelotas. A verdade é que nem todos os doces finos são responsáveis pela origem do título: Cidade Nacional do Doce. Os tradicionais são feitos à base da gema de ovo e frutas regionais como pêssego e figo. Entre estes, o meu favorito é o Pastel de Santa Clara.