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A maior faixa contínua de areia do mundo
A Praia do Cassino é frequentemente citada como a maior praia do mundo e foi até reconhecida pelo Guinness World Records em 1994. No entanto, o recorde se refere ao conjunto de três praias em sequência: Cassino, Hermenegildo e Barra do Chuí, situadas entre Rio Grande e Santa Vitória do Palmar, formando a maior faixa contínua de areia litorânea do planeta. São 254 quilômetros sem interrupções naturais, portanto, é possível viajar pela costa até o Uruguai utilizando veículos 4 × 4 ou, para os mais aventureiros, arriscar em buggy, moto e até mesmo a pé.

Como pode ver aqui nos comentários, essa questão é polêmica. O pessoal de Santa Vitória do Palmar afirma ser Hermenegildo a maior praia do mundo, enquanto quem é de Rio Grande está contente com a fama. Na prática, Cassino é apenas o ponto mais famoso e urbanizado dessa imensa faixa costeira. Se não fosse a foz da Laguna dos Patos, todo o litoral do Rio Grande do Sul levaria o título com a extensa planície costeira.
Dados da maior praia do mundo
- Localização: litoral sul do Rio Grande do Sul (Brasil)
- Extensão: cerca de 254 km
- Municípios: Rio Grande e Santa Vitória do Palmar
- Praias que formam o conjunto: Cassino, Hermenegildo e Barra do Chuí
- Reconhecimento: Guinness World Records (1994)
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A Praia do Cassino
Das praias urbanas visitadas por mim, Cassino é a única onde carros chegam até a beira do mar. No verão, tem engarrafamentos, filas quádruplas de veículos passeando e outras quatro de carros estacionados. Isso tudo na também extensa faixa de areia entre as dunas e o mar, claro que todo esse movimento é apenas onde se concentram as casas.
As pessoas andam no meio dos carros, em dias de vento os veículos ajudam a se protegerem, e nos outros, os veranistas tomam sol sentados de costas para o mar porque assim podem ver o movimento. São pessoas, carros, buggies, bicicletas, motos, vans, trailers e até caminhões. Inclusive, os bares são veículos funcionando durante a alta temporada para receber entre 100 a 250 mil turistas, incluindo uruguaios e argentinos. No inverno, a praia fica bem mais vazia, apenas alguns pescadores e surfistas aventureiros são vistos.

Não é uma praia exuberante como tantas outras no Brasil, mas é o mar da zona sul, é agradável, as pessoas se conhecem, há infraestrutura e tenho boas recordações da infância/adolescência. Lembro de o mar ser mais violento, hoje é quase uma lagoa. Tinha siris que mordiam os dedões dos veranistas e tatuíras pinicando os pés dos caminhantes. Só não sei onde foram parar esses bichinhos…
A cor do mar é marrom pelos sedimentos da Lagoa dos Patos e algas, não é poluída! Eventualmente pode ser azul ou verde com temperatura agradável e esses são melhores dias na Praia do Cassino.

Um pouco de história de um dos balneários mais antigos do Brasil
Embora não seja a praia mais antiga, foi o primeiro balneário planejado diretamente ligado ao surgimento do veraneio no litoral brasileiro, em 1890. Quando a região ganhou o nome de Vila Siqueira, inspirada nos elegantes balneários da Europa daquele século. O local rapidamente se tornou um refúgio de verão para gaúchos com hospedagens e infraestrutura voltada ao lazer à beira-mar. O nome atual surgiu após um hotel cassino ficar muito popular, quando os jogos de azar eram permitidos no Brasil.
Praia do Cassino ficou, assim como a ruína do terminal turístico serve de ponto de referência na imensidão da areia e a antiga estação férrea, além das casas históricas na Avenida Atlântica, são patrimônio preservado. Já o atrativo número um teve início em 1938 e continua algo único no mundo até hoje: passear de vagoneta nos Moles da Barra. O reaproveitamento inteligente de uma obra de engenharia ousada no século XX que permitiu a entrada de navios com segurança no porto. O trilho do trem utilizado para carregar as pedras por 4 km no oceano ainda leva turistas para uma aventura com possibilidade de observar a vida marinha no local.
O caso do Maníaco do Cassino: o verão em que a praia virou notícia policial
No final da década de 1990, a Praia do Cassino foi cenário de uma série de crimes chocantes. Um assassino em série atacou casais estacionados na beira da praia durante a noite. O caso ficou conhecido como “Maníaco do Cassino” e mobilizou centenas de policiais até a captura do criminoso. A história voltou a ganhar atenção recentemente com a produção do podcast investigativo do jornalista Fábio Schaffner, que reconstituiu os acontecimentos em seis episódios com depoimentos de investigadores e sobreviventes.
O clima louco do Cassino
De ressacas extremas a tempestades de areia, o clima pode mudar tão rápido que é muito provável ver carros atolados ou inundados se ficarem sozinhos. Quando isso ocorre, vira o caos, são poucos minutos entre perceber a brisa mudando de intensidade ou uma nuvem preta se aproximando, juntar as coisas e entrar no engarrafamento. Nunca presenciei um tsunami, mas muitos contam já terem visto uma onda enorme se formar e quebrar na praia, destruindo muitas coisas. Certa vez, foi notícia uma gigante invadindo mais de 5 quarteirões do balneário, sendo considerável a distância entre o mar e o início das casas.
Venha preparado para vento, calor escaldante e frio à noite ou nos dias de chuva.

O que fazer na Praia do Cassino
Além de ter toda a infraestrutura que um grande balneário gaúcho oferece, há alguns passeios únicos como:
Molhes da Barra

Em uma das maiores obras de engenharia marítima do mundo, é possível subir em uma vagoneta a vela e chegar em alto-mar sem sair da terra firme. Os Molhes foram construídos para ser quebra-mar e manter a profundidade do canal para entrada segura no Porto de Rio Grande, eles avançam por quatro quilômetros mar adentro, formando dois braços de blocos de pedra na foz da Laguna dos Patos. Os trilhos usados na construção viraram o atrativo turístico mais tradicional da Praia do Cassino, convidando também para trilha, pesca e observação da vida marinha. Se tiver sorte, golfinhos podem acompanhar o seu movimento, apenas siga as instruções de segurança do vagoneteiro para não machucar os pés no trajeto. Funciona diariamente (quando não chove), das 7h30 às 18h e dura 20 minutos o trajeto.
Naufrágio do Navio Altair
Os destroços de uma antiga embarcação argentina encalhada em 1976 para fugir de uma tempestade, estão entre os cenários mais fotografados do destino. Com o passar do tempo, a estrutura está desaparecendo, tomada pela areia e ação do mar, mas dá para chegar bem perto na maré baixa. Está localizada na parte menos movimentada, na direção contrária aos Molhes da Barra. Se olhar para a direita, verá o Parque Eólico no caminho.

Pôr do sol com Parque Eólico
Outro cenário marcante são as enormes turbinas perto da orla. Elas aproveitam os ventos constantes do litoral sul do Rio Grande do Sul para gerar energia elétrica de fonte renovável. Das dunas da Querência, dá para ver o sol se pôr atrás das centenas de hélices, mostrando o contraste entre tecnologia e paisagem costeira.

Passeios Náuticos
Para ver golfinhos e lobos-marinhos, navegar na Laguna dos Patos ou ir até a Ilha dos Marinheiros. Contate a guia de turismo Minéia Turismo nos fones 53 3235.6726 e 98128.1999 para informações e roteiros.
Estátua de Iemanjá

Entre os pontos mais conhecidos da orla do Cassino está a obra do escultor rio-grandino Érico Gobbi. Iemanjá é local de devoção, atraindo muitos visitantes, principalmente no dia da divindade (2 de fevereiro), quando fiéis deixam flores e oferendas na praia. O monumento simboliza a forte relação cultural entre o oceano e tradições religiosas. Está localizado na entrada principal da praia.
Brincar com sandboard
Para quem tem prancha de sandboard, porque ainda não achei onde alugar na praia, algumas dunas valem a diversão do esporte de aventura no início da manhã ou fim de tarde.
Curtir o astral da Praia do Cassino
Nos finais de semana de verão, as pessoas passam todo o dia na praia, levam lanches, bebidas, chimarrão, churrasqueiras, barracas e aqueles apetrechos básicos do bom farofeiro. Em um domingo clássico de janeiro, registrei algumas cenas do Cassino:
Farol Albardão e Farol da Barra do Chuí
Atrativos para quem faz o Caminho dos Faróis ou a desafiadora travessia Cassino-Chuí, já no município de Santa Vitória do Palmar. A região acabou de virar o maior parque nacional marinho do Brasil por reunir ecossistemas estratégicos para a conservação da biodiversidade: Parque Nacional do Albardão e a Área de Proteção Ambiental (APA) do Albardão.
Observar a fauna marinha e a biodiversidade
A maior faixa litorânea contínua do mundo abriga e recebe visita de diferentes animais ao longo do ano, como baleias, toninhas, lobos-marinhos, pinguins, elefantes-marinhos e diversidade de aves, inclusive migratórias. Alguns apenas descansam na areia após longas travessias no Atlântico Sul, porém, outros precisam ser resgatados e atendidos pelo Centro de Recuperação de Animais Marinhos (CRAM) e você pode acompanhar no próximo atrativo.
O que fazer nos arredores
Para aprender um monte sobre os oceanos, ver a maior coleção de moluscos da América Latina e descobrir muitas curiosidades da Praia do Cassino, vale visitar o Museu Oceanográfico no caminho para o centro de Rio Grande. Além dos atrativos de um dos mais importantes centros de pesquisa marinha do Brasil, existe a possibilidade de ver animais resgatados, como pinguins, aves, tartarugas e leões-marinhos, nas piscinas do CRAM. Muitos chegam à costa precisando de tratamento ou só um tempo para descansar, eles são cuidados e devolvidos ao mar.
Onde: rua Capitão-Tenente Heitor Perdigão, 10, Centro. Aberto de terça a sábado, das 14h às 18h.
Também pode pegar a balsa para São José do Norte e descobrir onde termina a BR-101, além de ver os molhes da Praia do Cassino de um ângulo diferente do outro lado do canal. A maioria dos leões-marinhos vive por ali.
Pegando a BR-471 em direção a Santa Vitória do Palmar, pode passar o dia na Praia da Capilha, na Lagoa Mirim, ou parar para ver os animais no início da Reserva Ecológica do Taim.

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Casas para alugar e hotel na Praia do Cassino
Minha família costuma ficar no Lira Apart Hotel (leia a minha experiência hospedada) ou Hotel Atlântico. Se prefere se hospedar no centro da cidade, as melhores opções são Hotel Laghetto Viverone ou Swan Rio Grande.
Perdi a conta de quantas casas já aluguei via imobiliárias locais e hoje prefiro encontrar algo no Booking ou Airbnb (no link conto minhas experiências na plataforma e dicas para alugar com segurança). Mas há pousadas e hotéis que costumam lotar no verão, por isso é bom reservar com antecedência para encontrar as melhores opções.
Como chegar à Praia do Cassino
O trecho mais urbano do Cassino está localizado a 24 km do centro de Rio Grande pela RS-734 e BR-392. Ou 325 km de Porto Alegre pela BR-116 com 3 pedágios.
O aeroporto mais próximo é o de Pelotas, distante 66 km e com voos diretos de São Paulo e Porto Alegre. Então, pode alugar um veículo, pegando um pedágio, ou ônibus partem em vários horários desde a rodoviária para Rio Grande.
Os confortáveis ônibus da Expresso Embaixador (principalmente o Golden Class) e Planalto partem diariamente da rodoviária de Porto Alegre para Rio Grande. Consulte horários para saber quais desembarcam no Cassino. No verão, as opções aumentam bastante. Partindo de Rio Grande, o trajeto é feito pela viação Noiva do Mar em vários horários, com embarque inicial na Praça Tamandaré.
O melhor para circular na Praia do Cassino é de carro, mas o risco de atolar é grande ao se afastar das áreas por onde a patrola passa, portanto, opte por 4 × 4 se pretende ultrapassar o navio Altair em direção à Praia do Hermenegildo. O trecho do conchal é o mais arriscado, prefira atravessar na maré baixa. Bicicleta é uma ótima alternativa, desde que você tenha resistência para longas distâncias e proteção para o ouvido. O vento pode ser cruel.
Praia do Cassino Mapa
Curiosidade: podcast true crime no Cassino
Em Rio Grande, a cidade mais antiga do Rio Grande do Sul. Sendo a parte mais urbana da Praia do Cassino cerca de 2 km para cada lado da entrada principal, na Estátua de Iemanjá.
Sim, a cor chocolate é de algas e da foz da Laguna dos Patos, não de poluição. Mas a temperatura e cor são imprevisíveis, mudando conforme correntes, chuva e vento. Pode ser quente, transparente em tons de azul ou verde.
É selvagem na maioria dos trechos, sendo o perigo atualmente associado às mudanças bruscas de clima, maré alta, atolamentos e não violência.
Foto destaque por Lúcia Maciel.
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A seguir deixo mais links sobre essa mesma região ou experiência.

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12 Comments
Que incrível saber que Cassino é considerada a maior praia do mundo! Adoro como você compartilha a beleza e a singularidade da sua região. Mal posso esperar para visitar e aproveitar tudo o que essa praia maravilhosa tem a oferecer!
Em afirmar que cassino ser a maior praia do mundo mostra o desconhecimento do litoral do extremo sul. Onde o cassino com aproximadamente 60 km termina no limite com o município de Santa Vitória do Palmar. O correto é: A maior praia do mundo e faixa de areia continua entre molhe sul no Cassino até molhe norte do balneário da Barra do Chui(Santa Vitória do Palmar). Fica a pergunta. Se cassino possui220 km. Onde ficaria a fronteira com o Uruguai?
Você leu o texto? A informação está ali, quando afirmam ser a maior praia do mundo
Roberta,
No litoral do Pará existe um município chamado Salinópolis — ou simplesmente Salinas, como a chamam nós os paraenses —, localizada a 220 km da capital Belém que tem 8 praias. Em quase todas é possível ter acesso à faixa de areia de carro. A mais conhecida é a Praia do Atalaia, com 45 km de extensão. Lá também é muito comum os banhistas se distrairem e verem seus carros engolidos pelas águas.
Como vê, não é A UNICA que os carros têm acesso à faixa de areia.
Oi Raimundo, como está escrito no texto, é a única que EU CONHEÇO no Brasil, nos Estados Unidos também tem, mas cobram uma taxa de entrada por carro que custa mais que o estacionamento e usam o dinheiro para preservação ambiental https://territorios.com.br/autentica-new-smyrna-beach/. E deve ter mais, apenas ainda não visitei.
Sobre a discussão entre Hermena e Cassino, na verdade nenhuma das duas está certa e sim o conjunto delas e fica em décimo lugar https://geoprospectiva.wordpress.com/2012/03/06/the-31-longest-ocean-beaches-of-the-world/
Em 2019 estive na Namíbia e o litoral lembrou muito o Casino, a maior diferença é altura das dunas. Contei em https://territorios.com.br/as-dunas-da-namibia-walvis-bay/
É MENTIRA!!!
Para se entitular a maior praia do mundo, a cidade de rio grande conta como ‘Praia do Cassino’ as praias do Albardão, Querência, Barra de Rio Grande, Praia do Hermenegildo, Alvorada e Barra do Chuí. Sendo que SÃO PRAIAS QUE NÃO PERTENCEM AO MUNICÍPIO DE RIO GRANDE. Barra do Chuí, Praia do Hermenegildo, Alvorada e parte do Albardão, são balneários, distritos da cidade de SANTA VITÓRIA DO PALMAR, A QUAL JUNTANDO TODO O SEU BALNEÁRIO POSSUI 150KM DE COSTA. Agora diminuam 150km de 240km e descubram qual é a maior praia do mundo em extensão!
amo a nossa bela praia do cassino.
amo a noite do nosso balneario, é incrivel q os anos passam e parece q ja nao tem espaço nessa imensidao de praia. turistas de todos os lugares vem passar o verao e curtir momentos maravilhosos.quem foi no cassino fez uma historia…cassino faz parte da minha vida. reveillon no cassino é tudo de bom!!! quem conhece sabe…cassino é nota mil! claro q temos muitas prais lindas em nosso pais, sem duvidas. mas cassino é minha casa, minha gente, minha historia…bjs
Quer mesmo saber onde foram parar os “bichinhos”(siris, tatuíras, caranguejo fantasma, mariscos da areia, etc)?
MORTOS!
O impacto de veículos no verão é de 12.000/dia que abrem uma longa faixa de 9m de largura só para circularem daqui pra lá e de lá pra cá.
É a destruição descarada do ecosistema!
Você ainda encontra esses “bichinhos” a uns 30 ou 40 km ao sul do Monumento a Iemanjá. Mas a praia do Cassino está morrendo graças aos turistas vândalos que destroem em 3 meses o que passamos o ano todo construindo.
MINTIRA!
Na frete do monumento de Iemanjá há muitos siris,mariscos, etc…
É so olhar melhor (se já foi) que verá o tanto de animais que há enclusie na frete do monumento de Iemanjá.
Muito legal seu blog. Deu vontade de conhecer Cassino. Abraço