Hoje trago uma experiência que eu ainda não tive, mas fiquei empolgada ao entrevistar Antônio Gavinho para o podcast Tesão de Ouvir. Na segunda temporada estamos conversando com pessoas com algum propósito quando viaja e o Antônio faz cicloturismo há mais de 25 anos. Ele adora sair pedalando em família, inclusive, tem uma agência que recebe turistas para tours em Portugal de bicicleta ou leva em excursões no mundo inteiro.
Essa semana levei um casal de amigos de Porto Alegre, Jorge Walteman e sua esposa Simone Rohrig, para subir a Serra e conhecer o Alpen Park, um dos principais pontos turísticos na belíssima cidade de Canela. Assim como eles, eu também não conhecia pessoalmente o parque inaugurado em 2003. Apenas tinha ouvido falar, e muito bem.
Tomei conhecimento sobre Huaraz na primeira visita ao Peru e desde então sonhava em me aventurar na região preferida para trilhas e montanhismo no país. Treze anos depois, veio a oportunidade que incluía o passeio mais famoso – a Laguna 69. Mas neste texto conto sobre a capital de Ancash, ponto de partida para visitar as belezas da Cordilheira Branca.
As trilhas estão entre as práticas esportivas mais democráticas. Basta vontade, um pouco de planejamento, saber interpretar os sinais do seu corpo e respeitar os seus limites. Não importa a idade, a experiência e nem o condicionamento físico, dá para começar nas fáceis e ir evoluindo com a prática, caso queira avançar nos objetivos. O importante é nunca parar para ter resistência mesmo com idade avançada. E isso aprendi com a minha avó, companheira de trilhas até os 80 anos, e vários viajantes idosos que já cruzaram o meu caminho.
É a primeira plataforma estaiada de vidro da América Latina, a única com o brinquedo Abusado, além de ser uma das maiores do mundo nesse estilo. Na verdade, são apenas duas, na China e outra aqui no sul do Brasil. A brasileira está localizada em um parque com vista para o Vale da Ferradura, zona rural distante 30 minutos do centro de Canela.
Você gosta de cerveja? Eu gosto, mas as comuns encontradas em qualquer bar, dispenso. Prefiro as fortes, doces ou amargas, com malte torrado e encorpadas para beber apreciando sem pressa, de preferência com comidinhas para harmonizar. E com essa onda de cervejas artesanais ainda crescente no Brasil, variedade é o que não falta. Conto minhas experiências em cidades legais pra degustar cervejas.