Ver o horizonte em uma cidade de mais de 12 milhões de habitantes não parece tarefa fácil. Mas eu garanto cenários incríveis e muito mais verdes do que possa ter imaginado ao pensar na vista em São Paulo.
Além de ser a principal porta de entrada no Peru, é comum fazer escala no aeroporto para chegar a outros destinos latinos. Dessa forma, passei por lá algumas vezes ficando apenas uma noite ou algumas horas. O bom é sempre ter algo diferente para fazer a cada visita e indico as melhores opções a seguir.
O primeiro dia foi andando sem rumo para me ambientar, fotografar e observar a rotina da capital. Esbarrei em várias ruínas e construções milenares sem saber sua origem, um fato positivo é não precisar pagar para entrar. Mesmo com grades, pode apreciar do lado de fora e comprar ingresso se ficar muito interessado, alguns são gratuitos. Outras descobertas despretensiosas foram os pontos altos para observar a cidade, ao mesmo tempo que me perdia, logo me encontrava ou ficava um tempo curtindo a paisagem como o momento do pôr do sol.
Um lugar com montanhas, cascatas, turismo rural, gastronomia italiana e alemã, parreirais, vinícolas, ciclovias, araucárias, hortênsias nas vias e atividades de aventura. Estamos falando de Rolante, cidade localizada no Vale do Paranhana, a 100 quilômetros da capital gaúcha Porto Alegre, indo pela Freeway (BR 290), e a 65 quilômetros de Gramado (ERS-11).
Embora o dólar australiano esteja desvalorizado perante o americano, a moeda continua cara para nós brasileiros. Sendo assim, toda inspiração para economizar é bem-vinda, certo? Hoje a dica é da minha mãe, de quando ela visitou Perth pela primeira vez (os netos dela moram lá e este ano foi pela quinta vez). Ao invés de pagar o ônibus hop-on hop off, ela estudou os atrativos na Internet e usou o transporte Cat como city tour grátis parando nos pontos de interesse. E eu já conhecia a cidade, mas não tinha visto o Cat por este ângulo.
Quem olha o mapa do Brasil percebe dois grandes volumes de água no leste do Rio Grande do Sul, assim como uma faixa estreita logo abaixo de Porto Alegre. Esta porção de terra é onde termina a BR-101 e ficou remota por anos pelo difícil acesso. O que nunca foi empecilho para aventureiros orgulhosos de terem percorrido a Estrada do Inferno e encontrado diversas belezas pelo caminho. Entre elas, os atrativos naturais do município de Tavares, tema deste artigo.
A capital do Mato Grosso do Sul já foi meu destino algumas vezes, mas ainda não tinha conteúdo publicado por aqui. O motivo era ser sempre passagem nas viagens para Bonito, Pantanal ou Corumbá. Eis que surgiu a oportunidade quando fui participar de um evento internacional de aventura, no final do ano passado, e acabei ficando 4 dias direto em Campo Grande. O último foi o roteiro recomendado a seguir.