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Daniella Franco

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Jornalista, mestre em Ciências da Informação e Comunicação e mochileira. Há quatorze anos veio estudar e morar na França e desde então seus horizontes tem aumentado cada vez mais. Viajante um tanto atrapalhada, costuma chegar aos destinos sem qualquer roteiro, esquece em casa os endereços dos hotéis onde deve se hospedar, deixa os joelhos nas trilhas, desce as montanhas rolando, leva os piores torrões nas praias e pegou pneumonia fazendo ski. Mas o importante é que sempre volta das viagens com boas historias pra contar. De hotel de luxo a camping, do sofá-cama dos amigos aos albergues da juventude, Daniella descobriu que viajar também é uma arte. | Siga no Instagram
Coliseu, em Roma

Para poupar suas panturrilhas, o Coliseu, o Arco Constantino, o Fórum Romano, Domus Aurea, o Palatino, o Panteon, e várias outras construções do Império Romano ficam muito perto umas das outras e é possível percorrê-las a pé.

Como alugar uma casa na praia

Final de ano se aproximando e já começam as primeiras incursões para o principal destino dos brasileiros nas férias: as praias. Com mais de 9 mil quilômetros de litoral, o Brasil não deixa a desejar em termos de opções. Segundo uma pesquisa da CVC, 7 dos 10 destinos nacionais preferidos estão na costa brasileira. Assim, é necessário se organizar com antecedência, especialmente para períodos próximos de feriados e a alta temporada do verão.

Irlanda do Norte

Um dos lugares mais encantadores onde já estive é norte da Irlanda do Norte. Aliás, de todos os cantos por onde eu mochilei, essa é a minha viagem preferida. Dignas de cenário de cinema, as paisagens que presenciei em julho de 2008 me marcaram tanto que certas noites chego a sonhar que estou de volta a esse pedacinho tão mágico do mundo.

Budas de Kyoto

Kyoto tem seus (muitos) encantos e guarda uma boa parte da cultura tradicional oriental ainda em seu cotidiano. Dizem que não é incomum de encontrar gueixas pelas ruas da cidade, o que podemos presenciar através de uma rápida e discreta aparição. Além disso, o comércio e os restaurantes são mais rústicos e a comunicação fica um pouco mais difícil já que nem todos falam inglês como em Tokyo.