Tierra del Fuego é um arquipélago no final da América do Sul formado por uma ilha principal e outras menores. É separado do continente pelo estreito de Magalhães e na ponta sul fica o Cabo Horn. Esse também é o nome do parque, assim chamado porquê quando os navios passavam por ali viam focos de luz das fogueiras feitas pelo Yámanas, povo que habitava essas terras no século XIX.
Nos meses mais quentes do ano, a Isla Martillo abriga duas espécies de pinguins, Papúa e o Magallánico. Eles vem para se reproduzir e os mais jovens para trocar as penas. Esses jovens são os mais feios com penas faltando. A ilha é cheia de ninhos, são buracos na terra com verdes ao redor. Nunca tinha imaginado ver tantos pinguins numa paisagem assim.
Eu já esperava encontrar praias paradisíacas em Ilha Grande e confirmei vendo aquele mar cor de esmeralda, vegetação exuberante e temperatura agradável. O melhor de Ilha é fazer trilhas e chegar em praias fantásticas, escondidas ou cheias de turistas que vieram em barcos. Isso não é um grande problema, pois quem vem em barco não fica muito tempo e logo a praia vira deserta de novo.
Minha última grande aventura foi uma expedição à Patagônia chilena e argentina com um grupo de 18 pessoas liderados pelo Ecocaminhantes. Foram 130 km de caminhadas em 18 dias nos parques: Parque Nacional de Los Glaciares, Parque Nacional Tierra del Fuego e Parque Nacional Torres del Paine, este último no Chile. E nas cidades: El Calafate, El Chaltén e Ushuaia.
Vilarejo que surgiu por questões de território com o vizinho Chile e está crescendo rapidamente em função do turismo. Com menos de 30 anos, El Chaltén é a cidade mais nova do país. Pretende ser uma nova Bariloche com estações de ski no inverno, trilha, escalada e mountain bicicleta no verão. Recebe o titulo de capital do trekking na Argentina por hospedar esportistas em busca de aventuras nas duas das montanhas entre as mais difíceis de escalar no mundo: Fitz Roy e Torre.