Sabe aqueles lugares onde aproveitamos tanto que o tempo parece parar? Assim foi a viagem a Barbados. Ao total foram oito noites, mas já no terceiro dia, a sensação era de estar na ilha há um tempão. Cheguei sem pesquisar muito, apenas com a ideia de aproveitar as praias paradisíacas, mas foi só conversar com locais, circular com olhar atento e sentir a rotina do país para perceber que uma semana seria pouco.
Washington D.C. é a capital do poder mundial. Mais do que centro político norte-americano, o distrito, localizado junto aos Estados da Virginia e Maryland/Estados Unidos, é também sede de importantes organizações não-governamentais. No entanto, além das avenidas largas e dos prédios suntuosos e emblemáticos, como a Casa Branca e o Capitólio, a cidade revela uma infinidade de opções culturais e de passeios que fogem de seu estereótipo turístico.
Quem vai a Paris pela primeira vez, normalmente tem a sensação de já conhecer alguns dos lugares clássicos, isso porque os endereços famosos costumam servir de cenário para muitos filmes e, não raro, vemos na tela do cinema o ator passeando no rio Sena como no filme “Meia Noite em Paris” ou com a pirâmide de vidro do Louvre ao fundo como no “Código da Vince”, entre outras cenas de filmes que eternizam os momentos na Cidade Luz.
Após contar as minhas impressões, explico como funciona o Festival de Parintins. Trago a lenda e os personagens da maior e mais autêntica festa popular brasileira. A festa expressa o agradecimento à São João em uma mistura de histórias contadas, de pai para filho, que encontrou morada em Parintins. Local onde dois bois se destacaram: o branco com coração vermelho chamado Garantido e o negro com estrela azul denominado Caprichoso. Ambos mostram o mesmo ritual e disputam anualmente pela melhor apresentação.
