Fui para Macapá em busca da natureza pouco explorada do extremo norte da Amazônia e encontrei uma rica história desconhecida. Descobri desde uma gigantesca fortaleza colonial, a sítios arqueológicos entre os mais interessantes do Brasil e modos de vida que resistem e se reinventam. Compartilho três passeios imperdíveis e gratuitos mesclando natureza, cultura e muito aprendizado. Também onde me hospedei.
Já falei em outros textos o quanto gosto de viajar de trem. Talvez seja a nostalgia, talvez o ritmo mais lento que nos permite observar e sentir a paisagem. No Brasil, esses passeios costumam ser históricos e charmosos, com vagões antigos e vistas bucólicas. Mas ano passado surgiu uma novidade: o Trem do Pampa.
Se você também adorava os almoços na casa da vó, precisa dar um pulo em Monte Belo do Sul (RS) e visitar a Casa Olga. As netas da Olga, Marta e Morgana, usaram as suas memórias afetivas, a casa, a decoração e as receitas da avó para compartilhar a deliciosa culinária italiana com os visitantes. Esse é o destaque nesta cidade pequena e gastronômica da Serra Gaúcha. Ao longo do texto, também vai encontrar outras atividades, eventos e informações de onde se hospedar e como chegar.
A viagem da minha mãe pela Europa começou como toda boa aventura: planejada e pesquisada nos mínimos detalhes, porém aberta ao inesperado. A ideia era simples – atravessar o Oceano Atlântico em um cruzeiro saindo de Gênova, na Itália – e para isso, ela desembarcaria primeiro de avião em Lisboa, Portugal, e iria explorar algumas cidades no caminho. Tudo desenhado no mapa, com bilhetes comprados e reservas feitas para circular de trem, mas a viagem acabou encontrando seu ritmo nas estradas com a FlixBus.
Para quem gosta de visitar locais históricos, quer aprender sobre a vida marinha, observar animais silvestres e aprecia frutos do mar frescos. Saiba que a cidade de Rio Grande é a mais antiga do Rio Grande do Sul e deu origem ao seu nome, além de abrigar a Reserva do Taim, a Praia do Cassino e a foz da laguna conhecida como Lagoa dos Patos.
Minha melhor lembrança do tacacá foi em Manaus, já do caju foi colher a fruta no pé nas estradas do Tocantins. Mas o conjunto de frutas, peixes, crustáceos e farinha foi nos estados do Pará e do Amapá, que compartilham praticamente a mesma gastronomia amazônica, refletindo a biodiversidade e a mistura de culturas presentes na região.
Estou ajudando uma leitora a organizar a viagem pelas ilhas gregas e percebi ainda não ter escrito sobre Paros. Busquei nas minhas anotações e pesquisei informações atualizadas para saber se ainda são válidas e sim. Apenas na altíssima temporada de verão, a vila Naoussa se tornou popular recentemente. Deixo minhas impressões e mais dicas do guia Nikolas.
Cresci achando que a Lagoa Mirim era só nossa. Um lugar para relaxar ou praticar esportes onde o tempo desacelera e o vento sopra histórias entre juncos e a água doce. Hoje sei como ela é gigante e ainda desconhecida por quem é de fora da região. Então te conto. Lá, na divisa do Brasil com o Uruguai, existe a maior lagoa do país. Um espelho d’água com mais de dois mil quilômetros quadrados, cercado por banhados e campos de arroz. A infraestrutura é simples, mas é ideal para quem busca sossego ou praticar esportes.