Cresci achando que a Lagoa Mirim era só nossa. Um lugar para relaxar ou praticar esportes onde o tempo desacelera e o vento sopra histórias entre juncos e a água doce. Hoje sei como ela é gigante e ainda desconhecida por quem é de fora da região. Então te conto. Lá, na divisa do Brasil com o Uruguai, existe a maior lagoa do país. Um espelho d’água com mais de dois mil quilômetros quadrados, cercado por banhados e campos de arroz. A infraestrutura é simples, mas é ideal para quem busca sossego ou praticar esportes.
Ainda será alta temporada em vários lugares do mundo, especialmente quando tem feriado de carnaval, como é o caso neste fevereiro 2026, portanto, pode ser um ótimo mês para aproveitar o melhor da estação (verão no hemisfério sul e inverno no norte) economizando mais do que em janeiro e ainda a possibilidade de encontrar lugares menos movimentados. Deixo recomendações de destinos visitados e para onde sonho viajar nessa época.
Mais de três décadas viajando pelo Uruguai de carro já rendeu muito conteúdo aqui no Territórios. Afinal vou para lá todos os anos e já aproveitei em todos os meses e estações possíveis. Mesmo com vários relatos publicados, as perguntas não param! E para atender os leitores sedentos por respostas, a partir de hoje tem um novo guia na parada, quer dizer, na estrada.
Esse texto é um convite a visitar um dos meus lugares preferidos no mundo para desopilar, seja para passar o dia ou viver experiências inesquecíveis de acampamento semi selvagem. O Parque Santa Teresa é o meu refúgio no nordeste do Uruguai e promete muito mais do que uma simples viagem – é uma verdadeira imersão na natureza e cultura uruguaia. Um território onde a história militar se entrelaça com paisagens deslumbrantes, praias recortadas, fauna e flora típicas.
Colônia de Sacramento, ou Colonia del Sacramento em espanhol, é destino super agradável tanto no inverno quanto no verão. Tem doce de leite, confeitarias, parrilladas, vinhos, livrarias, cafés… mas isto tem por todo o Uruguai! A exclusividade é fazer uma viagem no tempo caminhando na cidade fundada pelos portugueses em 1680, disputada por quase cem anos com os espanhóis e desenvolvida para o turismo desde o início do século XX.
