Escrevo para contar um orgulho divulgado para todo o Rio Grande do Sul duas vezes nas últimas semanas. Territórios foi destaque na matéria exibida pela RBS TV. Ainda fruto do prêmio internacional recebido em janeiro na Feira Internacional de Turismo de Madri – FITUR 2017.
O maior arquipélago do mundo tem diversidade étnica com identidades culturais próprias. Cada grupo expressa a sua através de rituais religiosos, cerimônias, música, dança e até na forma como mantém as tradições ancestrais na rotina de trabalho. Fiz uma lista para mostrar o meu aprendizado em música, teatro, dança, artesanato, crença e agricultura.
Visitar uma estância está entre os passeios mais essenciais para entrar no clima do Uruguai. Ouvir o canto do quero-quero, ver o gado pastando naquele horizonte verde e sentir o calor indo embora junto com o sol ao anoitecer podem até ser vividos da estrada. No entanto, a experiência só será autêntica se for feita sem pressa e com uma boa noite de sono no campo.
Os 12 segundos de escuridão que o farol de Cabo Polonio leva pra girar sua luz e voltar a iluminar o povoado, dão nome a uma linda canção. A praia sempre foi um refúgio para o músico uruguaio Jorge Drexler e virou inspiração na hora de compor 12 segundos de oscuridad. Esta semana passei a noite por lá e registrei o momento enquanto tomava um chimarrão esperando nascer do sol.
Muitos leitores chegam ao Territórios em busca de nossas experiências na natureza e fotografias de animais. Por isso é meu dever alertar sobre determinadas atividades que parecem fofas, divertidas e educativas, mas a realidade é sofrimento para os animais que tanto amamos. Aproveito o Dia Mundial da Vida Selvagem para mostrar quais atrações adoradas pelos turistas devem ser evitadas e quais seriam as alternativas menos agressivas ao meio ambiente.