Candi Prambanan
Candi Prambanan é um conjunto de templos hindus construídos por volta de 819 d.C. São mais de 240 construções dedicadas à Trimurti. A expressão significa tríplice divindade suprema composta pelos três principais deuses: Brahma (criador), Vishnu (conservador) e Shiva (destruição). Sendo Shiva o destaque da estrutura mais imponente, com 47 metros de altura.
Foi abandonado por centenas de anos, deteriorado por terremotos e erupções vulcânicas e, desde o século 17, vem sendo restaurado em uma obra sem fim. Historiadores afirmam que foi criado para ser a próxima dinastia hindu sobreposta ao Budismo. Já no site da UNESCO (Prambanan é patrimônio desde os anos 90), isso explica ser a prova de que budismo e hinduísmo conviviam em harmonia na época da construção. Inclusive, se alguém tiver mais informações, fique à vontade para comentar.


A área principal contempla dezesseis construções, sendo nove templos (um ainda em reforma) e dois santuários nas portas de entrada. O de Shiva fica entre os templos de Vishnu e Brahma, e os três menores em frente são dedicados aos seus respectivos animais. Os três maiores são decorados em alto relevo com o poema Ramayana (um épico da cultura hindu). Em todos são encontradas estátuas de deuses como Ganesha, aquele da cabeça de elefante, que é filho de Shiva. Ao redor do muro ficam as ruínas dos outros mais de duzentos na lista de espera para serem restaurados.

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Como foi o meu dia em Prambanan
Além de caminhar ao redor dos templos, explorar cada um por dentro e admirar a beleza da arquitetura por diversos ângulos, prestei atenção nos visitantes. Principalmente nas mulheres muçulmanas e suas vaidades. Elas combinam tudo e abusam das cores e acessórios para sair bem nas fotos.
E uma curiosidade para quem não é muçulmano é virar a atração turística nas atrações turísticas. Parece estranho, mas enquanto vamos apreciar os templos, o objetivo dos turistas de Java é colecionar selfies com turistas considerados diferentes deles. Por exemplo, fui requisitada pelo meu corte de cabelo, outros amigos pelos olhos e cabelos claros. O chato era quando queria tirar fotos só deles, após ter aceitado fazer a selfie, e nem sempre permitiram. Isto aconteceu por toda a Indonésia nas duas viagens em 2016, mas não por todos os indonésios, o hábito é apenas dos provenientes da Ilha de Java. E como Prambanan fica em Central Java, o assédio foi imenso.

Informações para visitar e passeios guiados
Prambanan abre diariamente das 6h às 17h com shows de dança representando o poema Ramayana em determinados horários e épocas do ano. Infelizmente, não aconteceu no dia da minha visita. Compre ingresso no site.
Como chegar: a partir de Yogyakarta (17 km), pode alugar um carro ou contratar um motorista ou agência de turismo local.
Hotel em Yogyakarta: me hospedei em um clássico do século 19 e conto em fotos e vídeo no texto sobre The Phoenix Hotel.

Cenas com drone de Mike’s Road Trip.
Trip of Wonders foi o roteiro organizado pelo Ministério do Turismo da Indonésia para influenciadores digitais promoverem o destino em seus países e Territórios foi um dos convidados.
© Todos os direitos reservados. Fotos e relato 100% originais.
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O T de madeira é a mascote que viaja com a Roberta em busca de experiências. Já passou por todos os continentes e mostra por aqui cenários e dicas para inspirar a sua viagem. Saiba por onde andou o T. Se gosta das fotos com Tesão, siga @tesaoporviajar no Instagram.














2 Comments
bom dia, vc recomendo 2 ou 1 dia inteiro em Yogyakarta ? a respeito do aluguel carro , pelo seu link achei 600 reais por 2 diárias. contratar motorista com carro la, sera q sai mais em conta ?
Olá Marcio, em Bali com certeza sai mais em conta o motorista. Yogyakarta não sei te dizer porque estava em grupo em uma van. Vale ficar 2 dias sim, veja tudo o que fiz por lá nos texto https://www.territorios.com.br/category/indonesia/yogyakarta/