Aqui é Roberta atualizando o artigo do Agustin que vale a leitura pela história, mas o país mudou completamente e hoje é muito mais seguro para viajar. Inclusive, é um dos poucos países africanos que recebe voos direto do Brasil, conectando com várias outras capitais do continente. Além de ter o português como idioma oficial, tem safari, praias e boa gastronomia. Enquanto Luando continua na minha lista de desejos, compartilho informações atuais enviadas pela TAAG, Linhas Aéreas de Angola.
Líbano é um dos poucos países onde pode esquiar pela manhã e dar um mergulho no mar pela tarde, verdade que esqui é só no inverno, mas há uma série de atividades funcionando o ano todo, inclusive nos resorts de ski. Visitei no outono e conto as minhas aventuras no Monte Líbano, além das dicas para visitar a região. Antes explico o que é e onde fica esse monte.
Acabei de voltar de 10 dias intensos viajando de carro pela Namíbia e trago dicas fresquinhas para visitar o deserto mais antigo do mundo e fazer safari. Adianto que as informações são úteis porque o destino exige um bom planejamento logístico para evitar sustos no orçamento e escolher a melhor época conforme os interesses. Viajar pela Namíbia não precisa ser caro, mas a despesa foi além do esperado tendo África do Sul como parâmetro. Até a década de 90, o território pertencia ao país vizinho e ainda há muitas semelhanças.
Na próxima semana acontece a 19ª edição da Adventure Sports Fair, em São Paulo, e eu estarei por lá. Serão três dias de evento sobre o universo dos esportes e turismo de aventura ao ar livre. Uma boa oportunidade de descobrir novos destinos na América Latina, novidades em equipamentos e tendências em tecnologias que facilitam nossas viagens. Além disso, a programação está recheada de palestras, workshops, exposições e atrações interativas.
Bonito é considerado o melhor destino de ecoturismo no Brasil e fui logo imaginando variedade em trilhas pra fazer. Ainda no planejamento da viagem, consultei o receptivo e, pra minha surpresa, a única sugestão era a trilha ecológica até a Cachoeira Boca da Onça, no Parque Nacional Serra da Bodoquenha. Vou contar como foi e o motivo da minha decepção.
Claro que eu acabei participando, afinal, como resistir se eu tenho histórias inusitadas pra contar e já relatei a maioria aqui no Territórios? Inclusive tenho fotos para provar. Além de entrar na brincadeira, pensei, posso instigar a curiosidade dos amigos para lerem os relatos aqui. Algumas situações são tão engraçadas que merecem novos destaques.